quinta-feira, 2 de julho de 2015

Intróito

Era uma vez um palacete. Dentro, podias ouvir o som do mar e podias ver o esqueleto atrofiado de obras do jornalismo. No conjunto numeroso de escadas, escadinhas, paredes e janelas, um estado de relaxamento: a hipnose dos cereais e das roupas e tu, ali, pendurado ou sentado, onde o tempo parece somente um fio de pesca que te segura a carne em fragmentos. Era uma vez um palacete e era uma vez uma porta de entrada para o desconhecido...