Brindes. Goles. Apertão no estômago.
Hoje subi a mesma rua da mesma cidade. O andar lento de sempre, retorcido, caótico. As varandas observavam-me, trôpego, vomitado, e as pessoas dormiam.
Nas mãos o cheiro de cigarros de outros, o rosto suado de expressão seca e as roupas aspergidas de culpa e fraqueza.
Agora não sou o mesmo homem, aquele que subia a rua com o andar de sempre. Era a mensagem do passado porco com uma ideia para um futuro melhor ou, pelo menos, mais higiénico. E na ânsia de que as pessoas comecem a aparecer nas varandas...
Hoje subi a mesma rua da mesma cidade. O andar lento de sempre, retorcido, caótico. As varandas observavam-me, trôpego, vomitado, e as pessoas dormiam.
Nas mãos o cheiro de cigarros de outros, o rosto suado de expressão seca e as roupas aspergidas de culpa e fraqueza.
Agora não sou o mesmo homem, aquele que subia a rua com o andar de sempre. Era a mensagem do passado porco com uma ideia para um futuro melhor ou, pelo menos, mais higiénico. E na ânsia de que as pessoas comecem a aparecer nas varandas...
2 comentários:
Um texto um bocado misterioso....e de difícil interpretação....
Mas penso ter percebido a mensagem...
Continua a escrever..
:D
Obrigado!
Certamente, continuarei a fazer uns rabiscos quaisquer com letras.
M
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