Um receituário
Cultura;
Horríveis. Doentios. Inexistentes, fotocopiados nos regos, abjectos…
simplesmente, nunca mudam, nunca evoluem, mantêm a estupidez e a falha de inteligência;
alteram-se abundantemente para a mediocridade psicológica. Alteram-se não, vinculam mais a sua
constante. Aonde anda a forte natureza? Foi passear o cão ou vagueia com a insistência de ser
ignorada?
parece bem, mas estoicamente não se deseja repetir tão cedo, muitíssimo pelo contrário.
out-fashion, metodologias de embate não tão sublinhadas, menos tecnológicas. O magnífico detalhe
da escrita com a caneta definhou, praticamente. Embate, aqui como, na presença, na convivência,
na amostra, na partilha, na transformação realmente vivida:
em desuso, em discordância com o sistema que a malta gosta! Ninguém liga a isso, pá. Que
trabalhão e perda de tempo”.
obsoleta, enterro de ambições e conquistas não uniformes.
pouco utilizado pelas faixas etárias que mais se empolgam pelas descobertas e relações entre si e é
algo que acomoda muita História, muito encanto; ler textos produzidos com a escrita da caneta é
algo pouco contemplado, decerto, nestes tempos!
acendimento da personalidade diferenciados.
dos parvos e oculares do fingimento. Manhosos? Uma ova! Certas máquinas têm as suas e umas
pancadas de rigidez resolvem.
uma mudança engraçada. Imaginar que após encurtar-se verdadeiramente o alfabeto, para que serve
um teclado com tantas teclas? Sim, porque se trata aqui de servir ou não servir a intelectualidade de
tais indivíduos, utilidades de colagem (!). Bastaria para aí três ou quatro teclas. Basicamente seria;
fariam as palavras que chegassem. Sem muito trabalho, sem muita preocupação. “Cultura? Não!”
estes são a essência cultural, a modernidade, o avanço rijo, vida, outro mundo, o fundamental!
não compras um 3G nem sequer um a cores? Assim não vais longe, não”.
menosprezar estes serviços, mas sim o exagerado consumo que se faz a eles, e são entendidos como
uma colherada de vitaminas, quase tanto mais ou menos, filosóficas!
Pois,mas a evolução é simples? Não.
vista, experiências.
individuals. Na constante evolução ao longo vida, a troca de ideias, de experiências é um elemento
muito presente e especial. É marcante conversar, partilhar e ouvir consciências para o
melhoramento do nosso trilho.
essencial para uma compreensão parcial/total de questão, na postura, na decisão e na caminhada,
sucessivamente, a roçar no nosso desejado vastíssimo, no mundo.
por alguma natureza; umas a meu ver serão as da pouco inteligência, da pouca ambição e do receio
da exposição de um Ego oco!
construtivamente pelos próprios pés, mãos, olhos e neurónios, outros decadentemente.
ampliação de nós mesmos, partilha de/em diversos conteúdos, teses e filosofias, mas há quem não
consiga, não procure ou não conheça.
iguais, sem vigor, nem tão pouco escritos. Hão mediante cada Satanista que se exalta da forma que
lhe é natural, modelando – até criando – os conceitos que lhe são semelhantes, mas nunca iguais.
Evolução constante, descoberta, excitação e atiço à inteligência. Formam-se as culturas, as
sabedorias, os caminhos de vida, as acções, os resultados, ganhos e perdas, a vontade própria e a
sua colossal teia.
seus métodos, contra-métodos e natureza. Estes cancros controlam a mente humana nos dias de
hoje.
actuação longe e longas…
verdadeira e vetusta cultura. Deste modo, inutiliza a capacidade dos indivíduos em se instruírem
noutras áreas de interesses, consciências e temas. É um vício que mastiga sempre o mesmo material,
domina com constantes preliminares a mente humana, vai, mas não chega, trata e retrata a informação de forma agitadora, não muito credível e apreensiva.
Um algo a criar agora seria uma espécie de imposto, cobrança… da amplitude de estupidez.
Amplitude de Estupidez).
Era um receituário cultural. E a farmácia já está em hora de encerramento…
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